NO PRICIPIO ERA O VERBO E O VERBOS ERA DEUS...

BIBLIA

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TENHA ELA COMO SUA BASE DE VIDA

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O BATISMO NAS GAUAS DA IGREJA BATSIAT DO PLANALTO NATAL RN

PASTOR WALTER AGUARDANDO AS OVELHAS..

Jonatas ( MINISTERIO DE LOUVOR )
WENDEL ( MINISTÉRIO DE LOUVOR )
Suzane ( MINISTÉRIO DE LOUVOR )
MATTOS MATEUS ( MINISTÉRIO DE LOUVOR )
IRMÃ GRAÇA (MULHER CRISTÃ EM AÇÃO)
IRMA VALERIA ( MULHER CRISTA EM AÇÃO )
IRMA RITA (A MATRIARCA DA TURMA )
IRMÃ JOSILENE (MULHER CRISTÃ EM AÇÃO)
PASTOR WALTER E AS NOVAS MENBRAS DA IGREJA BATISTA DO PLANALTO
RODRIGO ( MINISTÉRIO DE LOUVOR )
IRMA EMILY ( MINISTÉRIO DE LOUVOR )
PASTOR WALTER E OS NOVOS MENBROS DA IGREJA BATISTA DO PLANALTO

 

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ATENÇÃO.

O NOSSO BLOG ESTAVA SENDO MODERADO POR UMA PESSOA DE OUTRO ESTADO, QUE ESTAVA ME AJUDANDO A FAZER O BLOG ENTAO ELE ESTAVA BLOGANDO ALGUMAS COISAS, DAI GRAÇAS A DEUS FUI CHAMADO ATENÇÃO POR UMA BLOGAGEM, QUE NAO ESTAVA CONDIZENDO COM A REALIDADE BIBLICA DAI APARTI DE AGORA ESTAS BLOGAGENS SERÃO FEITA POR MIM, JENESIS RODRIGUES, SOU O RESPONSAVEL POR O  MESMO ESPERO ASSIM TODOS QUE ESTEJAM ME AJUDANDO.

HOJE O PASTOR LENILSON RODRIGUES ENTROU EM CONTATO COMIGO E ME CHAMOU ATENÇÃO POR UMA BLOGAGEM, UM ASSUNTO SOBRE O BATISMO.

MUITO OBRIGADO PASTOR, PELA ATENÇÃO CHAMADA, ESPERO TELO SEMPRE COMO AJUDADOR NESSE MINISTÉRIO.

ESPERO QUE O SR. ESTEJA TAMBÉM BLOGANDO JUNTO CONNOSCO.

UM ABRAÇO

DE SEU IRMÃO DE SANGUE E EM CRISTO

JENESIS RODRIGUES.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A IGREJA BATISTA DO PLANALTO VAI ESTAR LÁ

A IGREJA BATISTA DO PLANALTO  ESTAR ENVIANDO ALGUNS REPRESENTANTES DO MINISTERIO DE LOUVOR PARA PARTICIPAR DE UM CONGRESSO.
NA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS - BOM RETIRO

INTIMA ADORAÇÃO

TEMA: ADORANDO NO ESPÍRITO ,CAMINHANDO NA VERDADE

ESPERAMOS E JÁ CREMOS QUE SERÁ UMA BÊNÇÃO

OREMOS...

ATENÇÃO ...ATENÇÃO... OBSERVE E COMENTE...

A Biblia contra "Ideia dos crentes

Por Luiz Sayão



Um dos grandes identificadores dos evangélicos, ou do “povo crente”, como dizem alguns, é a sua apreciação pela Bíblia. Houve até mesmo época quando os conhecidos crentes eram chamados de “bíblias”. No entanto, apesar da tradição que vincula os evangélicos à Bíblia, será que essa realidade é verificável? Surpreendentemente, parece que grande parte da tradição evangélica nada tem a ver com o estudo sério das Escrituras.

Muitas idéias e práticas sagradas e supostamente bíblicas têm outras origens: a cultura norte-americana, brasileira, européia, africana etc. Certa ocasião, fiquei atônito quando tentei compartilhar o Evangelho com um homem numa viagem de ônibus. Ele, ao perceber minha linha de pensamento, perguntou: “Você é crente?”. E prosseguiu: “Mas é crente mesmo?”. Confuso, respondi: “Sim”. E, mais do que depressa, ele disse, com firmeza: “Você bebe café?”. Sem entender, respondi afirmativamente, e, então, esboçando largo sorriso, o homem reverberou: “Então não é! Porque o crente que é crente mesmo, nem café bebe!”

Perplexo, fiquei a pensar que tipo de Evangelho se divulga em nossos dias! O cristianismo de alguém é avaliado pelo café ingerido?!

Posso atestar que o tipo de livro menos procurado pelo mercado evangélico chama-se “comentário bíblico”. Apesar de termos cerca de meio milhão de pastores e líderes no Brasil, parece que a maioria deles não entende que o estudo aprofundado da Bíblia é tarefa urgente e indispensável.



Esse distanciamento das Escrituras, presente no meio evangélico, tem facilitado o surgimento de outras tradições, marcadas por idéias e costumes que levam a comunidade para uma outra direção, para longe de uma teologia fundamentada na Bíblia.

Infelizmente – é verdade –, há muita “idéia de crente” que é contra a Palavra de Deus. Não faz tanto tempo assim, numa comunidade cristã ouvi uma multidão aplaudir a seguinte frase enfatizada por um de seus líderes: “Deus precisa de você”. O discurso prosseguiu sugerindo que Deus nada poderia fazer sem a atuação humana. Que tipo de Deus é esse? Pode ser de algum grupo evangélico! Mas não é bíblico! Afinal, como lemos em Atos 10.25 e 26, Deus, por definição, não precisa de nada: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há é o Senhor dos céus e da terra, e não habita em santuários feitos por mãos humanas. Ele não é servido por mãos de homens, como se necessitasse de algo, porque ele mesmo dá a todos a vida, o fôlego e as demais coisas”.

Em muitos cultos evangélicos é comum ouvir o povo agradecer a Deus por estar reunido na “casa do Senhor”. A idéia particular dos crentes até existe nas Escrituras, só que não no cristianismo do Novo Testamento. Havia um tabernáculo e um templo no Antigo Testamento. Mas Jesus mudou o enfoque, afirmando que Deus não está restrito a templos. A verdade é que Deus não habita no prédio da igreja! Em João 4, a mulher samaritana queria saber se Deus dava prioridade a Jerusalém ou a Samaria como “casa de Deus”. Jesus deixa claro que a adoração deve ser em espírito e em verdade (Jo 4.23). O Novo Testamento, ao contrário dos crentes, ensina que a casa de Deus somos nós, onde o Espírito Santo habita. Em 1 Pedro 2.5 descobrimos que somos “as pedras vivas” e “a casa espiritual”.

Outra tradição evangélica, que assusta até descrentes, é que para Deus “não há pecadinho nem pecadão”. Todos os pecados são iguais para Deus! É possível imaginar que um canibal e um pedófilo assassino sejam equiparados a quem não ora sem cessar (1Ts 5.17)? É absurdo! É provável que a má interpretação tenha surgido de Tiago 2.10, que afirma que “quem tropeça num só ponto da lei é culpado de todos”. Na verdade, o texto apenas nos mostra que apenas um pecado é suficiente para nos deixar numa condição de pecadores perante Deus. Como Deus é santo, um simples pecado nos classifica como condenáveis. No entanto, isso não quer dizer que todos os pecados são iguais. Em João 19.11, Jesus diz a Pilatos que aquele que o havia entregado a Pilatos tinha “maior pecado”. O texto é explícito! A própria Bíblia faz diferença entre pecado e abominação (algo detestável, repugnante), como vemos em Levítico 18.22. ERROS “INOFENSIVOS”



No quadro de avisos de alguns templos evangélicos não é difícil encontrar a seguinte frase: “Muita oração, muito poder; pouca oração, pouco poder”. Apesar do impacto do refrão, devemos perguntar: “Onde vemos isso na Bíblia”? Poderíamos fazer um gráfico estatístico e matemático da oração e estabelecer sua performance? É irônico. Jonas, o profeta que foi usado para trazer o despertamento de Nínive, aparentemente não fez nenhuma oração! Deus é soberano! Ele faz como quer. Certamente, muitos irão dizer que nosso padrão deve ser Elias. Jonas é exceção! Voltemos à Bíblia. Desde quando as orações de Elias funcionaram pela quantidade? Jesus criticou a repetição de orações (Mt 6.7), e em Tiago 5, onde Elias é mencionado, sua oração não é “muita”, mas fervorosa (v. 17). O texto enfatiza que a oração que funciona é a de um “justo” (v. 16), e isso não tem a ver com “quantidade”.



Estes são apenas alguns exemplos de tradições evangélicas não fundamentadas nas Escrituras. O problema é que esses erros “inofensivos” acabam nos afastando do que importa e nos levando a perder tempo com coisas desnecessárias e secundárias. Temos a doutrina do sábado, da gravata, do paletó, da unção etc. Corremos o risco de criarmos tradições humanas que tomam o lugar da Palavra de Deus (Mc 7.9). Hoje, quando se fala em cristão evangélico, imaginamos que se trata de uma pessoa sem vícios, que não bebe, não fuma, não dança, não joga etc. Ora, ninguém precisa ser cristão para viver assim. Há ateus que não fumam nem bebem. Isso não é questão de espiritualidade, mas sim de inteligência! Estamos criando uma caricatura do Evangelho. Ao contrário, Deus deseja pessoas salvas por Cristo, misericordiosas, justas, incorruptíveis, dispostas a perdoar e capazes de amar.

Parece que os profetas enfrentaram algo semelhante em sua época. Ainda hoje, as santas palavras de Miquéias ecoam bem alto: “Com que eu poderia comparecer diante do Senhor e curvar-me perante o Deus exaltado? Deveria oferecer holocaustos de bezerros de um ano? Ficaria o Senhor satisfeito com milhares de carneiros, com dez mil ribeiros de azeite? Devo oferecer o meu filho mais velho por causa da minha transgressão, o fruto do meu corpo por causa do pecado que eu cometi? Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus” (Mq 6.6-8–NVI).



Fonte: Boletim mensal PIBBVC-

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

IGREJA MUNDIAL DO PODER DE DEUS - FECHADA MAIS UMA VEZ...

A Justiça determinou na última sexta-feira (20) o fechamento imediato do templo da Igreja Mundial do Poder de Deus no bairro Brás (região central de São Paulo). A Igreja está sujeita a uma multa diária de R$ 30 mil em caso de descumprimento. A juíza Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi, da 13ª Vara da Fazenda da Capital, também determinou que a prefeitura não emita mais licenças provisórias de funcionamento e que revogue a licença atualmente em vigor.




A sede já havia sido fechada pela prefeitura no fim do ano passado, mas foi reaberta com um alvará provisório em fevereiro deste ano. Nos dias em que a sede permaneceu fechada, apareceram uma enormidade de cartazes colados nas imediações do Brás. Neles, o prefeito Gilberto Kassab, apontado como um dos artífices do fechamento da Igreja Mundial, aparece com chifres, personificando o “demônio”. Durante os 53 dias em que o megatemplo do Brás ficou lacrado, o prefeito também sofreu duros ataques de Valdemiro Santiago, fundador da igreja, o qual detém várias horas de programação na televisão.





Pedidos exorbitantes e nenhum benefício concreto



Na primeira vez que a Igreja Mundial teve o templo lacrado, Valdemiro lançou uma campanha de redes ungidas. Como de costume, chorou na frente das câmeras ao convocar 150 mil fiéis a ofertarem 153 reais, simbolizando os 153 peixes da pesca milagrosa, totalizando R$ 22.950.000. A justificativa: O dinheiro seria aplicado na adequação da sede às normas exigidas pela prefeitura e defesa civil. No entanto, apesar da arrecadação, o templo não se acomodou aos padrões de segurança exigidos, sendo novamente clausurado. Fica agora a dúvida sobre o destino dos quase 23 milhões de reais da campanha, uma vez que a sede não foi reparada, como havia sido proposto.





Novo apelo financeiro



Aproveitando a comoção dos fiéis que têm novamente o templo embargado, Valdemiro Santiago faz um novo pedido, e oferece outro talismã da sorte. Desta vez não se trata de rede ungida, mas um martelinho de madeira, que segundo o líder da seita, representa “decisão”. O preço da bênção é de 1000,00 reais, e o apóstolo se diz confiante em que vai receber ajuda de 10 mil pessoas, contabilizando assim 10 milhões de reais. Pode-se dizer que este é o martelo mais caro que já se viu até hoje. Tudo em nome da “obra”, como sempre.



Segundo a Promotoria que impôs o novo embargo, o local funciona à base de alvarás temporários e não atende normas de segurança. O limite de lotação da sede, de 8,4 mil pessoas, seria descumprido pela Igreja. Com o grande número de pessoas, as "rotas de fuga" ficam bloqueadas, dificultando uma evacuação em caso de emergência.

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